Mateus 8,1-4

Toda sociedade possui características próprias: seus valores morais, seus valores éticos, sua forma de pensar, de agir e de se relacionar. São esses elementos que moldam um povo e fazem com que, mesmo com suas diferenças individuais, as pessoas apresentem comportamentos semelhantes.

Os chineses não se comportam da mesma forma que os americanos. Os orientais possuem costumes diferentes dos ocidentais. Cada povo é marcado por uma cultura, por valores e por referências que orientam sua maneira de viver.

Mas nós fizemos uma escolha: escolhemos ser cristãos. E ser cristão não é apenas pertencer a uma religião. É fazer parte de um povo eleito, de uma raça escolhida por Deus, resgatada pelo Sangue de Cristo e chamada a viver segundo um modelo muito específico: o próprio Jesus.

Jesus é verdadeiro homem e verdadeiro Deus. Nele encontramos a imagem perfeita da humanidade como Deus a sonhou desde o princípio. Por isso, todo cristão é chamado a olhar para Cristo e buscar configurar a própria vida à d’Ele.

No Evangelho de hoje, vemos um homem enfermo aproximar-se de Jesus e dizer: “Senhor, se queres, tens o poder de curar-me.” E Jesus responde imediatamente: “Eu quero. Fica curado.”Essa pequena frase revela o coração de Deus.

Jesus quer fazer o bem. Jesus quer curar. Jesus quer levantar os caídos. Jesus quer restaurar aqueles que sofrem.E, se somos cristãos, se pertencemos a esse povo eleito, então somos chamados a ter os mesmos sentimentos de Cristo.

Quantas pessoas ao nosso redor necessitam de uma palavra de esperança, de um gesto de carinho, de uma escuta sincera, de uma mão estendida? Quantas pessoas estão feridas, cansadas e abandonadas, esperando apenas que alguém lhes manifeste um pouco do amor de Deus?

Mas, muitas vezes, escolhemos o conforto. Muitas vezes buscamos apenas aquilo que é conveniente para nós. Fugimos da indisposição, do sacrifício e da renúncia. E, sem perceber, deixamos de viver aquilo que Jesus viveu.

Às vezes até nos consideramos pessoas boas, caridosas e generosas. E talvez realmente sejamos. Mas é preciso fazer uma pergunta sincera: quem somos quando ninguém está olhando?

Porque é fácil praticar o bem diante dos holofotes. É fácil ser generoso quando existe reconhecimento. É fácil demonstrar bondade quando seremos elogiados por isso. O verdadeiro desafio é permanecer semelhante a Cristo quando ninguém vê, quando não há aplausos, quando não existe reconhecimento humano.

É nesse momento que aparece nossa fraqueza. É nesse momento que percebemos o quanto ainda precisamos ser transformados.

Por isso, Jesus deve permanecer constantemente diante dos nossos olhos. Não apenas nos momentos públicos, mas principalmente nos momentos escondidos. Não apenas quando estamos cercados de pessoas, mas também quando estamos sozinhos.

A santidade é um treinamento diário. É uma decisão constante de olhar para Jesus e perguntar: “Como o Senhor agiria nesta situação?

“Se perseverarmos nesse caminho, pouco a pouco nosso coração será moldado segundo o coração de Cristo. Então estaremos caminhando pela porta estreita, seguindo o único modelo verdadeiramente perfeito, aquele que não apenas nos ensina o caminho, mas que é o próprio Caminho: Jesus Cristo.

Toda sociedade possui características próprias: seus valores morais, seus valores éticos, sua forma de pensar, de agir e de se relacionar. São esses elementos que moldam um povo e fazem com que, mesmo com suas diferenças individuais, as pessoas apresentem comportamentos semelhantes.

Os chineses não se comportam da mesma forma que os americanos. Os orientais possuem costumes diferentes dos ocidentais. Cada povo é marcado por uma cultura, por valores e por referências que orientam sua maneira de viver.

Mas nós fizemos uma escolha: escolhemos ser cristãos. E ser cristão não é apenas pertencer a uma religião. É fazer parte de um povo eleito, de uma raça escolhida por Deus, resgatada pelo Sangue de Cristo e chamada a viver segundo um modelo muito específico: o próprio Jesus.

Jesus é verdadeiro homem e verdadeiro Deus. Nele encontramos a imagem perfeita da humanidade como Deus a sonhou desde o princípio. Por isso, todo cristão é chamado a olhar para Cristo e buscar configurar a própria vida à d’Ele.

No Evangelho de hoje, vemos um homem enfermo aproximar-se de Jesus e dizer: “Senhor, se queres, tens o poder de curar-me.” E Jesus responde imediatamente: “Eu quero. Fica curado.”

Essa pequena frase revela o coração de Deus. Jesus quer fazer o bem. Jesus quer curar. Jesus quer levantar os caídos. Jesus quer restaurar aqueles que sofrem.

E, se somos cristãos, se pertencemos a esse povo eleito, então somos chamados a ter os mesmos sentimentos de Cristo.

Quantas pessoas ao nosso redor necessitam de uma palavra de esperança, de um gesto de carinho, de uma escuta sincera, de uma mão estendida? Quantas pessoas estão feridas, cansadas e abandonadas, esperando apenas que alguém lhes manifeste um pouco do amor de Deus?

Mas, muitas vezes, escolhemos o conforto. Muitas vezes buscamos apenas aquilo que é conveniente para nós. Fugimos da indisposição, do sacrifício e da renúncia. E, sem perceber, deixamos de viver aquilo que Jesus viveu.

Às vezes até nos consideramos pessoas boas, caridosas e generosas. E talvez realmente sejamos. Mas é preciso fazer uma pergunta sincera: quem somos quando ninguém está olhando?

Porque é fácil praticar o bem diante dos holofotes. É fácil ser generoso quando existe reconhecimento. É fácil demonstrar bondade quando seremos elogiados por isso. O verdadeiro desafio é permanecer semelhante a Cristo quando ninguém vê, quando não há aplausos, quando não existe reconhecimento humano.

É nesse momento que aparece nossa fraqueza. É nesse momento que percebemos o quanto ainda precisamos ser transformados.

Por isso, Jesus deve permanecer constantemente diante dos nossos olhos. Não apenas nos momentos públicos, mas principalmente nos momentos escondidos. Não apenas quando estamos cercados de pessoas, mas também quando estamos sozinhos.

A santidade é um treinamento diário. É uma decisão constante de olhar para Jesus e perguntar: “Como o Senhor agiria nesta situação?”

Se perseverarmos nesse caminho, pouco a pouco nosso coração será moldado segundo o coração de Cristo. Então estaremos caminhando pela porta estreita, seguindo o único modelo verdadeiramente perfeito, aquele que não apenas nos ensina o caminho, mas que é o próprio Caminho: Jesus Cristo.

Autor: Fabrício Martins Brito

Membro de aliança da comunidade Mel de Deus

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